Contadores orientam empresas sobre a Lei Anticorrupção


 A Lei Anticorrupção 12.846/12 já está em vigor e as empresas envolvidas em atos de corrupção podem ser punidas com a aplicação de multas de até 20% sobre o faturamento anual bruto. A nova norma ainda impõe a punição da companhia independente da responsabilização de um de seus dirigentes ou de agentes públicos.
Para garantir a boa conduta das empresas, o Conselho Federal de Contabilidade orienta sobre a importância do controle interno e das auditorias para evitar o envolvimento em atos ilícitos sujeitos a condenações previstas em lei. Segundo o contador Enory Luis Spinelli, integrante do CFC, criar mecanismos para evitar o desvio de conduta é a melhor saída. Aos contadores, a orientação é seguir a conduta ética  e os atos normativos que regem a profissão.
“É importante que os empresários invistam na segurança e na confiabilidade de seus negócios. Com a nova lei, cresce a necessidade de aprimorar os controles internos, a disciplina contábil, a qualidade nos relatórios de controladoria e de um processo regular de auditoria interna, de modo a disciplinar e garantir a segurança dos controles, a boa conduta da equipe e a ética na empresa”, ressalta.
O contador  Spinelli também afirma que a auditoria externa pode ser uma grande aliada da empresa. “O relatório de auditoria externa é a certificação de que a companhia adota adequados procedimentos de controles e de conduta funcional que espelham credibilidade e confiança possível de serem atestadas por investidores, clientes, credores, acionistas, pelo mercado de capitais e, também a própria sociedade”, complementa o contador.
A norma ainda prevê a responsabilização judicial, que pode resultar em perda de bens, suspensão ou interdição parcial de atividades, dissolução compulsória da pessoa jurídica, proibição de receber incentivos, subsídios, doações ou empréstimos de órgãos ou entidades públicas. A Lei Anticorrupção foi proposta pelo Executivo e faz parte de mais um dos compromissos internacionais assumidos pelo País no combate à corrupção e ao suborno transnacional e os crimes previstos na lei da lavagem de dinheiro.
Fonte: Conselho Federal de Contabilidade

Fazenda deflagra megaoperação para pesquisar preços dos combustíveis nos 8,4 mil postos paulistas

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo mobilizou 1.932 Agentes Fiscais de Rendas na maior ação de pesquisa de preços de combustíveis praticados no mercado paulista. Trata-se da operação De Olho no Preço do Combustível deflagrada pela Fazenda para percorrer todos os 8.463 postos ativos no Estado com o objetivo de apurar os preços cobrados dos consumidores na venda de etanol, gasolina e diesel.

A operação De Olho no Preço do Combustível foi iniciada na segunda-feira, 3/2, e os trabalhos serão concluídos nesta quarta-feira, 5/2, com 100% dos postos de combustíveis do Estado visitados.
As informações coletadas devem subsidiar o planejamento da operação De Olho na Bomba em 2014. Os dados apurados pelas equipes permitirão identificar estabelecimentos que vendem combustíveis a preços muito abaixo da média do mercado. Esta prática pode revelar indícios de adulteração de produtos e sonegação fiscal a serem investigados. 
A relação entre preço de compra dos combustíveis das refinarias e distribuidoras e aplicação de margem para revenda ao consumidor final deve atender aos princípios de equilíbrio econômico da empresa e refletir as variações da concorrência leal de mercado. O acompanhamento de preços tornará possível a seleção de alvos da fiscalização do Fisco.
Fonte: SEFAZ-SP

Matérias Especiais: - ICMS/NACIONAL - ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL - EFD - ROTEIRO



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